|
Instituto Tomie Ohtake Espaço do Olhar Espaço do Olhar é o nome do núcleo de "ação educativa" do Instituto Tomie Ohtake, no qual a instituição afirma o seu compromisso com a formação cultural da comunidade, oferecendo aos cidadãos, por meio de cuidadosa programação, subsídios estéticos para a expansão da sensibilidade e da capacidade de expressão. O objetivo principal do Espaço do Olhar é formar o público leigo e atender aquele já interessado em arte, preferencialmente professores e alunos da rede pública e privada, além de oferecer cursos de aprofundamento para profissionais da área e artistas. A proposta de formação do público fundamenta-se no desenvolvimento do olhar: um olhar perceptivo, poroso e apurado sobre a arte dos últimos 50 anos, principalmente a contemporânea, conforme o período de trabalho da artista plástica que dá nome ao espaço, Tomie Ohtake. Com salas e auditórios especialmente projetados e equipados para a realização de cursos teóricos e práticos, workshops, simpósios e seminários, o Espaço do Olhar atua em sintonia com a curadoria de artes visuais do Instituto para a definição de suas atividades, sempre coordenadas por artistas, pensadores da arte e da cultura em geral. Museu da Casa Brasileira Acervo: Exposição permanente No andar térreo, o acervo do Museu está apresentado na exposição "O Móvel da Casa Brasileira", em que se mostram os processos de transformação pelos quais o mobiliário brasileiro passou nos últimos cinco séculos. Selecionamos 45 peças entre as mais representativas desta coleção para que você possa conhecer em nosso site. Escolha o século para começar. Coleção Crespi Prado Os antigos proprietários do imóvel ocupado pelo museu, o casal Fábio Prado e Renata Crespi Prado, conseguiu reunir em sua residência uma valiosa coleção de peças do mobiliário e objetos de arte. Depois de anos em locais privados, com acesso restrito, esse acervo retornou ao seu espaço original em 1996, o que possibilita sua apropriação e fruição cultural por parte de todo o público visitante. A exposição resgata um momento da história paulistana mostrando um perfil de sua elite nos anos 40/50, ou seja, como vivia, o que consumia, etc. MIS Biblioteca A Biblioteca do Museu da Imagem e do Som reúne coleções de livros, revistas, catálogos e folhetos sobre artes plásticas, cinema, fotografia, música, rádio, televisão, vídeo. Passa no presente momento por um processo de reorganização cujos objetivos são fortalecer a bibliografia iconográfica e torná-la em futuro próximo biblioteca de referência nos seus campos de atuação. MUBE O MuBE, diferente da maioria dos museus, não tem acervo fixo, mas destaca mostras itinerantes com grandes nomes da arte de vanguarda. Já passaram por lá obras de Cândido Portinari e outros modernistas, Max Ernst, César e Bernar Venet. O lugar ainda tem feira de antiguidades aos domingos e ateliê de artes para crianças. aberto todos os dias, das 9h às 19h MAM Embora no nome seja um museu de arte moderna, o MAM constitui e preserva, desde 1969, um acervo de cerca de 4.000 obras de arte contemporânea brasileira, criado no pós-guerra, mais especificamente a partir de 1950. Entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, vídeos, instalações e perfomances, há peças modernas de Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret, além de duas performances de Laura Lima, instalações de Regina Silveira, Nelson Leirner e José Damasceno. Memorial da América Latina É uma utopia. Assim poderia ser definida a Fundação Memorial da América Latina. Mas uma utopia de concreto, sólida e apontada para o futuro. Plantado em 84.480 m 2, no bairro da Barra Funda, o Memorial é um convite permanente às manifestações artísticas e científicas latino-americanas, um apelo para que elas façam do conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer a sua casa em São Paulo.
|
|
|
Jornal Performance Faria Lima - Todos os direitos reservados |
|